quinta-feira, 28 de julho de 2011

JESUS É VERDADEIRO

“Perguntou -lhe Natanael: de Nazaré pode sair alguma coisa boa? Respondeu-lhe Filipe: Vem e vê ”. (João 1:46)

O preconceito é algo que sempre existiu, e dos maiores preconceitos são dirigidos a Jesus Cristo. Alguns dizem que Ele foi apenas um mito (isto é uma invenção da mente) ou, na melhor das hipóteses uma grande personagem da história.

Lew Wallace (1827—1905), um famoso general e escritor americano de certo prestigio também foi um céptico do cristianismo. Junto com um amigo ele planejou escrever um livro para destruir o “mito de Cristo” de uma vez por todas.

Wallace relata que procurou argumentos contra Cristo nas bibliotecas da Europa e da América durante dois anos, para completar o seu trabalho. Enquanto estava a escrever o segundo capitulo do seu livro, ele foi sobrepujado por uma força que o levou a ajoelhar-se e a orar as seguintes palavras:

“Meu Senhor e meu Deus! ”

O material que ele tinha acumulado convenceu-o da divindade de Jesus. Aquele a quem ele queria apresentar como um mito entrou em sua vida e tornou-se o seu Senhor e Redentor.

Wallace ficou famoso com o seu livro “Bem-Hur” , um dos melhores romances já escritos sobre a época na qual Jesus viveu.

Talvez tu também te questiones se Jesus Cristo é realmente o Filho de Deus, o presente de Deus para o mundo. Natanael, um crítico judeu, chegou a esta conclusão depois de se encontrar com Jesus:

“Mestre. Tu és o Filho de Deus. Tu és o rei de Israel! ” (João 1:49)

Isto mostra que ele ficou convencido de que havia encontrado a verdade em Jesus Cristo.

Se leres a Bíblia e levares a sério o que lês, chegarás à mesma conclusão e experimentarás coisas ainda maiores, assim como o Senhor prometeu que aconteceria com Natanael.

“Jesus respondeu e disse-lhe: porque te disse: vi-te debaixo da figueira crês? Coisas maiores do que estas verás. (…) na verdade, na verdade vos digo que, daqui em diante, vereis o céu aberto, e os anjos de Deus subirem e descerem sobre o Filho do homem.” (João 1:50 e 51)

(Adaptado de: Boa Semente)

terça-feira, 26 de julho de 2011

Com quem estás comprometido?

Este momento em que falamos de compromissos, é também um momento em que todos nós, se analisarmos tudo o que nos cerca, constatamos que o compromisso é uma "espécie em vias de extinção".
Longe vai o tempo em que a palavra proferida por um homem valia muito. "Dou-te a minha palavra de honra" bastava para se poder confiar numa pessoa, se esta fosse honrada.
Agora, para se fechar qualquer acordo que seja é necessário um contrato escrito, e mesmo assim, tem que se ler muito bem todas as clausulas e entrelinhas.
Este È também um tempo em que ninguém se quer comprometer com nada. Toda a gente quer ser "livre" para fazer tudo o que lhe apetecer. As pessoas já não querem estar comprometidas nem por curtos períodos de tempo, quanto mais para toda a vida.
Mas com o verdadeiro Cristão (aquele que foi salvo e agora imita e relete Cristo na sua vida) é diferente. Ele está comprometido para a toda a eternidade com Cristo.
E é o facto de estar comprometido com Cristo que permite ao verdadeiro Cristão honrar todos os seus compromissos, seja o papel na família, seja o casamento seja um ministério, seja o orar e meditar na palavra, e fazer render os "talentos" que Deus lhe confiou.
Muitas vezes o "Cristão" não honra estes compromissos talvez porque não esteja verdadeiramente comprometido com Cristo mas sim apenas com um grupo de pessoas ou uma instituição. E muitos vivem assim, e ao mais pequeno vento já ponderam abandonar o barco.
Podes estar comprometido com muita coisa, até mesmo com a igreja, mas se não estás verdadeiramente comprometido com Jesus Cristo, isso não tem qualquer valor para Deus, e mais tarde ou mais cedo não vais ser capaz de honrar o teu compromisso.
Com o quê ou com quem estás comprometido? Será que é mesmo com Jesus Cristo?

quarta-feira, 6 de julho de 2011

"Ressuscita-me"

"Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que seja morto, viverá; e todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isso?"
João 11:25 e 26

"Tiraram, pois, a pedra. E Jesus, levantando os olhos para o céu, disse: Pai, graças te dou, por me haveres ouvido. (...) E, tendo isto dito, clamou com grande voz: Lázaro, sai para fora. E o defunto saiu..."
João 11:41, 43 e 44

Ressuscita-meAline Barros
Mestre eu preciso de um milagre
Transforma minha vida o meu estado
Faz tempo que não vejo a luz do dia
Estão tentando sepultar minha alegria
Tentando ver meus sonhos cancelados
Lázaro ouviu a sua voz, quando aquela pedras removeu
Depois de quatro dias ele reviveu
Mestre não há outro que possa fazer
Aquilo que só o teu nome tem todo poder
Eu preciso tanto de um milagre

Remove minha pedra
Me chama pelo nome
Muda minha história
Ressuscita os meus sonhos
Transforma minha vida
Me faz um milagre
Me toca nessa hora
Me chama para fora
Ressuscita-me

Tu és a própria vida
A força que há em mim
Tu és o filho de Deus
Que me ergues pra vencer
Senhor de tudo em mim
Já ouço a tua voz
Me chamando pra viver
Uma história de poder!




terça-feira, 21 de junho de 2011

Um Novo Governo



Que outro assunto mais actual poderíamos encontrar? Hoje, dia 21 de Junho de 2011, um novo governo tomou posse. Com ele arrastam-se expectativas, esperanças num futuro melhor, com novas soluções para as dificuldades económicas, uma nova visão para o futuro do país... enfim, uma confiança de milhões de pessoas numa mudança para melhor!
No entanto, esquecemo-nos que Portugal somos nós, os portugueses. Omitimos por negligencia que a culpa do País chegar a esta crise profunda não morre sozinha nos sucessivos governos que têm governado nos últimos anos. Precisamos compreender que uma casa vale pelos alicerces e valor das paredes que a constituem, por cada pequeno pedaço de tábua que moldou as "vigas"... que a nossa querida nação vale pelos cidadãos que o constituem.
Sendo assim, restam-nos duas opções para mudar este país. A primeira é sermos fieis e cumprir com os nossos deveres como cidadãos e a segunda e não menos importante, é orar por eles.
Quer tenhamos apreço por eles, quer não o tenhamos devemos dobrar o nosso joelho para que eles possam governar o melhor possível, para que possam seguir princípios que a Palavra de Deus ensina.

"Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, orações, intercessões, e acções de graças por todos os homens, pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e sossegada, em toda a piedade e honestidade"

I Timóteo 2:1 e 2

domingo, 12 de junho de 2011

A minha Paz vos dou


"... a minha paz vos dou... " (Jo 14.27.)

Dois pintores pintaram, cada um, um quadro para ilustrar a ideia de paz. O primeiro escolheu como cena um lago sereno entre montanhas distantes. O outro passou para a tela uma cascata soberba, com um frágil galho pendendo por sobre as suas espumas; e numa forquilha do ramo, quase humedecido pela névoa, um ninho com uma avezinha.
No primeiro quadro estampava-se estagnação, no segundo,descanso.

A vida de Cristo, exteriormente, foi uma das vidas mais açoitadas: tempestade e tumulto, tumulto e tempestade, as ondas lançaram-se sobre aquela vida em todo o tempo, até que o corpo açoitado foi deixado no túmulo. Mas na Sua vida interior reinava grande calma.

A qualquer momento podia-se ir a Ele e achar paz. E ainda quando os perseguidores O seguiam pelas ruas de Jerusalém, Ele voltou- Se aos discípulos e ofereceu-lhes, como último legado, a Sua paz.

Descanso é o repouso de um coração profundamente assentado em Deus.

Drummond

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Quem foi João Ferreira de Almeida?

João Ferreira Annes d’Almeida nasceu na povoação de Torres de Tavares da freguesia de Várzea de Tavares, c

oncelho de Mangualde, em 1628.

Não se sabe quem foram os seus pais nem os seus parentes mais próximos.

Depois dos seus pais morrerem, provavelmente, foi levado para Lisboa onde foi entregue a um tio que era Sacerdote católico romano. Foi com o seu tio que na sua educação teve várias disciplinas como o Latim, o que mais tarde lhe viria a ser útil.

Terá vivido em Lisboa até 1640 ou 1641 e não se sabe ao certo porquê, mas foi para o estrangeiro quando Portugal estava com o reino com uma independência recentemente restaurada. Assim, com 13 anos de idade, foi para Amesterdão na Holanda, mas fica por aí pouco tempo e em 1642 foi para Batávia, actualmente Jacarta, na Indonésia e depois para Malaca.

Foi durante a viagem de Batávia para Maláca que ele começa o seu ministério: alguém lhe ofereceu um pequeno livrete, escrito em castelhano, e ele traduz para português anos mais tarde com o título Differença da Christandade. Foi com a leitura deste livrete que ele abraça a Fé Reformada (Protestante) e começa a frequentar a Igreja Reformada Holandesa da língua portuguesa.
Enquanto viveu em Malaca, de 1642 a 1651, colaborou com a comunidade protestante de lá através de visitas a doentes, apoio a marinheiros, ensino a crianças e ao mesmo tempo e com apenas 16 anos, João Ferreira de Almeida começa a traduzir a Bíblia para português.

João Ferreira de Almeida volta para Batávia em 1651 e começa a frequentar um curso de preparação teológica e vai estudar para o Seminário da Igreja Reformada Holandesa dessa cidade. Acaba o curso em 1654 e faz dois anos de estágio nessa cidade. Assim, João Ferreira de Almeida torna-se o primeiro pastor português.

Em Outubro de 1656, Ferreira de Almeida, a sua esposa, Lucrécia de Lemos e o seu colega Baldaeus vão para o Sul da Índia e Ceilão onde são missionários durante muitos anos.

Em Maio de 1663 volta para Batávia definitivamente e assume a responsabilidade da Igreja Reformada de Batávia, de língua portuguesa, que dirigiu até morrer.

Foi nos últimos anos da sua vida que, Ferreira de Almeida viu a primeira edição do Novo Testamento traduzido por ele.
Esta obra foi publicada em Amesterdão, na Holanda e viria a ser distribuída fundamentalmente no Extremo oriente, onde já conheciam a obra de Ferreira de Almeida pela sua passagem lá.

Almeida ainda traduziu a maior parte do Antigo Testamento e faleceu antes de traduzir o final do livro de Ezequiel, o livro de Daniel e os Profetas Menores, este trabalho seria acabado por o Pastor Holandês Jacobus op den Akker, que foi um colaborador de Almeida.

Ferreira de Almeida teve uma filha e um filho a quem foi dado o nome de Mateus.

Ainda traduziu pequenas obras que deram alguma polémica, tendo em conta a crispação religiosa da época.

Provavelmente, morreu em Agosto de 1691.

Em 1981, pelo 300º aniversário da primeira edição do Novo Testamento a sua terra natal, Torre Tavares fez-lhe uma pequena homenagem e em Maio de 2006 a Câmara Municipal de Mangualde homenageou a personalidade e a obra de João Ferreira de Almeida, atribuindo a uma rua da cidade o seu nome.

Adaptado,

Priscila Duarte

segunda-feira, 4 de abril de 2011

REFÚGIO

Quando precisamos de um refúgio, alguém que nos ouça, que nos compreenda… precisamos de uma caverna para nos esconder.

Mas para quem nos voltar quando não há ninguém a quem contar nossas dificuldades? Onde encontrar coragem?

Davi esteve nesta situação e voltou-se para o Deus vivo e descobriu nEle um lugar para descansar e recuperar-se. Encurralado, ferido pela adversidade, lutando com o desânimo e o desespero, ele escreveu estas palavras: “Em ti, Senhor, me refugio” (Sl 31:1).

Quase sem forças e com o espírito quebrantado, Davi implora por um ”refúgio”, um lugar protector, seguro e secreto. Ele diz ao Senhor que Ele se tornou o seu refúgio. Nele, o homem aflito encontrou ânimo.

Porque precisamos de um refúgio? Ao lermos o Salmo 31 encontramos três respostas.

Primeiro, precisamos de um refúgio porque estamos aflitos e sofrendo. Já conhecemos este sentimento, não é? Os olhos ficam vermelhos, o peso do sofrimento esmaga… é então que precisamos de um refúgio.

Necessitamos de um refúgio porque somos pecadores e a culpa nos acusa. Há muito sofrimento envolvido nessas palavras. É embaraçoso. Sentimentos do tipo: “foi culpa minha!” ou “sou culpado” são palavras duras de admitir. Procuramos desesperadamente um lugar onde ocultar-nos.

Terceiro, necessitamos de um refúgio porque estamos cercados por adversários e as incompreensões nos atacam. Precisamos de um lugar onde nos esconder e sarar. Alguém disposto, afectuoso, disponível. Um confidente. Um companheiro de armas. Não conseguimos encontrar um? Porque não compartilhar do abrigo de Davi? Aquele que ele chamou de “minha Força… minha Rocha… minha Fortaleza… meu Baluarte… minha Torre Alta”.

Nós o conhecemos hoje por outro nome: Jesus. Ele continua disponível.