
"Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo."



Filho de José Roque e Piedade Rita, e casado com Albertina Bártolo, este homem que trabalhava na CP em Estarreja, foi convidado para assistir à pregação do evangelho na igreja daquela localidade. Nessa mesma reunião ele aceita Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador pessoal e fruto dessa tão maravilhosa decisão, a sua vida é totalmente transformada aos 35 anos.
“O que fazer agora? Por onde começar? É isso… Família, amigos, vizinhos, SILVEIRO”
Cheio de uma tão grande satisfação e alegria, tentou convencer os irmãos responsáveis pelo trabalho em Estarreja para virem a casa dos seus pais, no Silveiro, para pregar o evangelho. E depois de muita perseverança e insistência a oportunidade brotou. Conta-se então, que a primeira vez que o evangelho foi pregado no Silveiro, foi ao sabor de uma lareira de cozinha, numa noite fria de Inverno, na casa dos pais do irmão António Roque. E, enquanto a lenha ardia na lareira, ardiam também os corações que ouviam as boas novas do evangelho pelo nosso irmão Viriato Sobral. O impacto da Palavra de Deus naquelas almas foi de tal maneira significativo que logo convidaram mais amigos para irem ouvir o que nunca de outra boca tinham ouvido, Jesus o caminho, a verdade e a vida. E assim se começaram a fazer reuniões regulares em casa dos pais do nosso irmão.
Atrás de um, vinham dois, de dois quatro, de quatro oito e rapidamente a cozinha passou a ser pequena para albergar tão grande assistência, e já eram muitas as pessoas que ficavam da parte de fora, em pé, a tentar ouvir falar da Palavra de Deus. Começou-se a pensar então em arranjar uma casa maior, e aí surgiu José Ferreira Pires, conhecido na altura como José Marreca, que cedeu o porão de uma casa velha com 40m2, sem janelas nem portas, com o chão em terra batida que, com a preciosa ajuda do irmão Viriato Sobral, foi mobilado com algumas cadeiras e bancos provenientes da igreja em Estarreja.
Ainda não foi este o local onde hoje está construída a igreja, mas foi o primeiro onde se reuniram numa casa própria. E como podemos ver este foi o conforto inicial dos crentes daqueles dias, e tal como os crentes da igreja primitiva, podia-se dizer “e todos os dias o Senhor acrescentava à Igreja aqueles que se haviam de salvar”. O que estamos nós a fazer com tanto conforto?
Continua ..

Na verdade, vivemos tempos particularmente difíceis, tempos de crise, tempos de desespero, de incerteza e de medo quanto ao futuro, que se traduz em falta de esperança.
Creio que será de todo apropriado, analisar como chegámos até aqui.
A crise, ao contrário do que nós pensamos, ou do que nos querem fazer crer, não foi inventada por nós, no ano de 2010! Ela já existia bem antes de nós… Na verdade ela sempre cá esteve, desde o princípio, quando o homem pecou, manifestando-se com mais ou menos violência.
Na verdade nós não inventamos a crise, ela foi inventada por esse ser malévolo satânico e diabólico, o diabo, que não faz outra coisa que não seja roubar, matar e destruir. Mas, nós provocámos a crise, desobedecendo a Deus, e afastando-nos de Deus, por isso estamos com todo este desespero.
Estás desesperado e com medo?
Medo de perder o emprego, de perder a reforma, de perder a saúde, do governo te cobrar impostos até já não teres dinheiro para comer e para dares de comer aos teus filhos?
Houve um homem a quem o diabo roubou tudo, dinheiro, família, saúde, mas ele disse: “… o Senhor o deu, o Senhor o tomou, louvado seja o nome do Senhor.”
O regresso da esperança. É simplesmente deixar Deus cuidar da tua vida. Ele será o teu sustento se perderes o emprego, ele será o teu médico se perderes a saúde, ele será a tua apólice para a eternidade.
Não temas, crê somente.
António Duarte





O episódio bíblico descrito no Livro do Êxodo, segundo o qual Moisés terá 'separado as águas' do Mar Vermelho para permitir a fuga do povo de Israel do Egipto, pode ter encontrado uma explicação científica: um forte vento de Leste capaz de afastar a água de uma zona de pouca profundidade e deixar o solo descoberto durante algumas horas.
Investigadores do Centro norte-americano para a Pesquisa Atmosférica (NCAR) e da Universidade do Colorado publicaram ontem, na revista científica PloS, os resultados de um estudo através do qual pretendem provar como um forte vento vindo de Leste – a cerca de 101 km/hora (63 milhas/hora) –, soprando durante aproximadamente 12 horas, poderia criar um fenómeno de “separação das águas”.
As descrições bíblicas correspondem às hipóteses colocadas no estudo, de que o vento teria soprado durante várias horas e “aberto”, depois, uma passagem no Mar.
Os cientistas fizeram simulações por computador, tendo em conta a topografia da região à época (cerca de três mil anos atrás). Os modelos mostram que os sedimentos existentes no Delta do Nilo criavam um “braço” de solo habitualmente submerso, mas a pouca profundidade – cerca de 1,8 metros. O fenómeno descrito seria capaz de criar uma passagem seca durante quatro horas.
Com o vento a incidir durante tanto tempo, a água ter-se-á deslocado para o lago de Tanis –, criando uma passagem no Mar Vermelho, fenómeno explicado pela dinâmica dos fluidos.
O estudo indica ainda relatos de fenómenos semelhantes ocorridos na mesma zona, no século XIX.