domingo, 5 de dezembro de 2010

ORAÇÃO



Porquê orar?

Oramos porque a oração abre as comportas da graça e do poder infinito de Deus, para que transbordem sobre a pessoa que necessita de ajuda. Deus pode agir sem a oração, mas Ele prefere operar dentro dos limites da intenção e da súplica do ser humano. A cada oração, Ele permite que participemos se Sua obra na Terra.

Certa vez, Leonard Ravenhill disse a respeito da oração:


- "Podemos calcular o peso do mundo, saber o tamanho da cidade celestial, contar as estrelas do céu, medir a velocidade do raio e saber a hora do nascer e do pôr-do-sol, mas não podemos calcular o poder da oração. A oração é tão incomensurável quanto Deus porque Ele está por trás dela. A oração é tão poderosa quanto Deus porque Ele se compromete a respondê-la".



Como posso orar?

Inúmeras crianças aprendem a contar nos dedos, mas certa vez uma enfermeira ensinou uma criança a orar "nos dedos". O método dela era o seguinte:

O polegar é o dedo mais próximo do coração, portanto oremos em primeiro lugar pelas pessoas que estão mais próximas de nós. Nossas próprias necessiades devem ser incluidas, evidentemente, bem como as de nossa familia e amigos.


O indicador, é o dedo que usamos para apontar. Oremos por aqueles que nos apontam a verdade, seja na igreja, seja na escola. Oremos por nossos professores ou dos nossos filhos.

O médio é o maior dedo de todos. Ele deve representar os líderes em qualquer esfera da nossa vida. Oremos pelas autoridades - tanto pelas de dentro da igreja como pelas que dirigem os vários sectores do governo.

O dedo anelar é o mais fraco, como todos os pianistas sabem. Ele deve representar as pessoas que estão aflitas e a sofrer.

O mindinho é o menor de todos. Ele deve representar aqueles que geralmente passam despercebidos, inclusive os que sofrem maus tratos e privações.

Que maneira simples e maravilhosa de nos fazer lembrar das pessoas que oramos!...

sábado, 27 de novembro de 2010

O Aplauso do Céu


"Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo."
Filipenses 3:20


Em breve você estará em casa. Talvez ainda não tenha notado, mas está cada vez mais perto de casa. Cada momento é um passo dado. Cada respiração é uma página virada. Cada dia é um quilómetro percorrido, uma montanha escalada. Você está mais perto de casa do que imagina.
Antes que você perceba, o seu dia marcado chegará; você descerá a rampa e entrará na Cidade. Verá rostos familiares aguardando por você. Ouvirá seu nome ser proferido por aqueles que o amam. E, talvez, digo talvez - no fundo, atrás da multidão - Aquele que preferiu morrer a viver sem você retirará as mãos feridas de dentro de seu manto celestial e .... aplaudirá.


Max Lucado
in: "Histórias para o coração"
de Alice Gray

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

PERSEVERANÇA


Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos, e sê sábio. Provérbios 6:6

Tamerlane costumava contar aos amigos uma história da sua mocidade. “Certa vez,” dizia ele, “para escapar de inimigos, fui forçado a esconder-me nas ruínas de um edifício, e passei ali sentado muitas horas. Desejando distrair a mente da triste situação em que me achava, fiquei a olhar uma formiga que subia por uma parede, a carregar um grão de trigo maior do que ela; contei todas as suas tentativas para alcançar o objectivo. O grãozinho caiu sessenta e nove vezes, mas o insecto perseverou, e, ao completar setenta vezes, alcançou o topo. Aquela cena deu-me coragem no momento, e nunca esqueci a lição”.
A oração que toma como desânimo o facto de orações passadas não terem sido respondidas, já deixou de ser a oração da fé. Para a oração da fé, a ausência de resposta é apenas evidência de que o momento da resposta está muito mais perto. As lições e os exemplos do Senhor nos ensinam que a oração que não persevera, não insiste no pedido e não se renova mais e mais, tomando forças de cada petição anterior, não é a oração que prevalece.
Certa vez o grande músico Rubenstein disse: “Se passo um dia sem praticar, eu noto a diferença; se passo dois dias, meus amigos notam a diferença, se passo três dias, o público nota a diferença.” É como se costuma dizer: a perfeição vem da prática. Assim, pois, continuemos a crer, continuemos a orar, continuemos a fazer a Sua vontade. Em qualquer ramo da arte se alguém deixar de praticar, sabemos qual será o resultado. Se apenas usássemos em nossa vida religiosa o mesmo tipo de senso comum que usamos em nosso viver diário, caminharíamos para a perfeição.
Nunca devemos parar sem chegar ao fim e cumprir o propósito. Com firme persistência e confiantes em Deus, venceremos.

(Mananciais no Deserto)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Um homem de coragem e compaixão



António Francisco Roque. Um nome que a muitos de nós provavelmente não diz nada, que naturalmente se tem desfeito à medida que as gerações têm passado, contudo um nome escrito no Livro da Vida com o sangue de Cristo, e de certo com grande galardão nos céus. É este o nome do homem responsável pelo evangelho neste maravilhoso lugar do Silveiro.

Filho de José Roque e Piedade Rita, e casado com Albertina Bártolo, este homem que trabalhava na CP em Estarreja, foi convidado para assistir à pregação do evangelho na igreja daquela localidade. Nessa mesma reunião ele aceita Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador pessoal e fruto dessa tão maravilhosa decisão, a sua vida é totalmente transformada aos 35 anos.

“O que fazer agora? Por onde começar? É isso… Família, amigos, vizinhos, SILVEIRO”

Cheio de uma tão grande satisfação e alegria, tentou convencer os irmãos responsáveis pelo trabalho em Estarreja para virem a casa dos seus pais, no Silveiro, para pregar o evangelho. E depois de muita perseverança e insistência a oportunidade brotou. Conta-se então, que a primeira vez que o evangelho foi pregado no Silveiro, foi ao sabor de uma lareira de cozinha, numa noite fria de Inverno, na casa dos pais do irmão António Roque. E, enquanto a lenha ardia na lareira, ardiam também os corações que ouviam as boas novas do evangelho pelo nosso irmão Viriato Sobral. O impacto da Palavra de Deus naquelas almas foi de tal maneira significativo que logo convidaram mais amigos para irem ouvir o que nunca de outra boca tinham ouvido, Jesus o caminho, a verdade e a vida. E assim se começaram a fazer reuniões regulares em casa dos pais do nosso irmão.

Atrás de um, vinham dois, de dois quatro, de quatro oito e rapidamente a cozinha passou a ser pequena para albergar tão grande assistência, e já eram muitas as pessoas que ficavam da parte de fora, em pé, a tentar ouvir falar da Palavra de Deus. Começou-se a pensar então em arranjar uma casa maior, e aí surgiu José Ferreira Pires, conhecido na altura como José Marreca, que cedeu o porão de uma casa velha com 40m2, sem janelas nem portas, com o chão em terra batida que, com a preciosa ajuda do irmão Viriato Sobral, foi mobilado com algumas cadeiras e bancos provenientes da igreja em Estarreja.

Ainda não foi este o local onde hoje está construída a igreja, mas foi o primeiro onde se reuniram numa casa própria. E como podemos ver este foi o conforto inicial dos crentes daqueles dias, e tal como os crentes da igreja primitiva, podia-se dizer “e todos os dias o Senhor acrescentava à Igreja aqueles que se haviam de salvar”. O que estamos nós a fazer com tanto conforto?

Continua ..

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O Regresso da Esperança


Este bem que poderia ser um titulo de um conto, ou de um livro de auto-ajuda de algum escritor famoso. Desses que se vendem aos milhões.

Na verdade, vivemos tempos particularmente difíceis, tempos de crise, tempos de desespero, de incerteza e de medo quanto ao futuro, que se traduz em falta de esperança.

Creio que será de todo apropriado, analisar como chegámos até aqui.

A crise, ao contrário do que nós pensamos, ou do que nos querem fazer crer, não foi inventada por nós, no ano de 2010! Ela já existia bem antes de nós… Na verdade ela sempre cá esteve, desde o princípio, quando o homem pecou, manifestando-se com mais ou menos violência.

Na verdade nós não inventamos a crise, ela foi inventada por esse ser malévolo satânico e diabólico, o diabo, que não faz outra coisa que não seja roubar, matar e destruir. Mas, nós provocámos a crise, desobedecendo a Deus, e afastando-nos de Deus, por isso estamos com todo este desespero.

Estás desesperado e com medo?

Medo de perder o emprego, de perder a reforma, de perder a saúde, do governo te cobrar impostos até já não teres dinheiro para comer e para dares de comer aos teus filhos?

Houve um homem a quem o diabo roubou tudo, dinheiro, família, saúde, mas ele disse: “… o Senhor o deu, o Senhor o tomou, louvado seja o nome do Senhor.”

O regresso da esperança. É simplesmente deixar Deus cuidar da tua vida. Ele será o teu sustento se perderes o emprego, ele será o teu médico se perderes a saúde, ele será a tua apólice para a eternidade.

Não temas, crê somente.

António Duarte

domingo, 3 de outubro de 2010














Mal sabemos o quanto Ele suportou, suporta e suportará por nós...

Confia...

As coisas acontecem na hora certa. Exatamente quando devem acontecer!

Momentos felizes, louva a Deus.

Momentos difíceis, busca a Deus.

Momentos silenciosos, adora a Deus.

Momentos dolorosos, confia em Deus.

Cada momento, agradeçe a Deus.




sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Cartas para Deus : O Filme



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“Letters to God” é um filme baseado numa história verdadeira que conta a vida do menino Tyler Doherty (Tanner Maguire), de apenas 8 anos, que está a enfrentar um cancro. É então que este menino começa a escrever cartas para Deus e mete-as mesmo no correio. Entretanto alguém começa a lê-las e elas mudam a sua vida.

sinopse
Tyler Doherty (Tanner Maguire) tem 8 anos e sofre de cancro, os médicos estão desacreditados sobre as suas possibilidades de sobreviver.
Apesar da situação difícil Tyler coloca a sua fé em Deus acima de tudo, e através de cartas diárias começa a escrever um diário sobre as suas esperanças de que algum anjo o possa salvar.
Entretanto, um carteiro substituto, com uma vida própria muito conturbada, torna-se enredado pelas intenções do menino e da sua família, ao ler as cartas. Eles inspiram-lo a procurar uma vida melhor para si e para o seu próprio filho que ele perdeu por causa do seu vício em álcool.

realização
David Nixon, Patrick Doughtie

intérpretes
Robyn Lively, Jeffrey Johnson, Bailee Madison, Maree Cheatham, Tanner Maguire, Michael Bolten, Ralph Waite, Dennis Neal, Cris Cunningham, L. Derek Leonidoff

país: USA
género: Drama | Family